Ateísmo. Contrário de teísmo, que é a crença que existe pelo menos um deus.
Estava lendo sobre isso, vendo opiniões, textos, reflexões, demandas e concórdias. Pensando um pouco sobre tudo o que li e o que ouvi minha vida inteira sobre ser ateu, cheguei à conclusão de que o ateísmo não existe.
“Sou ateu, não acredito em nada”.
Isso não existe!
Todos nós temos inerentemente a certeza de algo superior que preparou tudo antes de existirmos. Antes de termos consciência da nossa existência, tudo à nossa volta foi “pensado” e materializado para que fosse possível nossa vida.
Se há algo superior a todos nós, capaz de criar leis perfeitas que regem os átomos e as galáxias, esse algo é considerado Deus.
Eu falo Deus porque é o vocabulário que uso, mas isso realmente não importa. Pode ser Força Superior, Natureza, Energia, Acaso, Nada, Luz, Criador, Universo, Divina Providência, Infinito ou qualquer outro nome existente ou inventado. O que importa é que existe a razão de tudo o que existe.
Agora, existem os que se dizem ateus por não acreditarem em Cristo, na Bíblia, na religião e no deus vulgar criado pelas crendices religiosas populares. Isso é normal, até porque nesse deus estranho pregado pelos religiosos mais tradicionais eu também não acredito. Então, eu também sou ateu.
Graças a Deus!
Graças a Deus eu tenho o raciocínio capaz de pensar o que quiser. Até o impossível, se possível.
Frasezinha fácil de dizer, mas que no fundo esconde um significado mais profundo. Uma revolta ou não aceitação, falta de entendimento das leis universais, incompreensão, solidão, medo do desconhecido ou ingenuidade. Então dizer Sou ateu dá certa sensação de alívio e liberdade de viver sem se responsabilizar por nada que acontece ao seu redor e em sua própria vida.
Ser ateu é uma fuga. Assim como o fanatismo religioso. São extremos do mesmo vazio existencial.
Você pode não acreditar em nada que lhe disseram até hoje ou no formato que lhe ensinaram os padrões, mas você sabe que existe algo muito maior do que você que dá sentido a tudo. É uma força interna que grita por mais que você queira tapar os ouvidos.
É isso aí. Que está bem aí dentro. Esse sentimentozinho que você tenta encobrir com berros de sou ateu. Isso aí é exatamente o que você diz não acreditar. Mas, bem no fundo, você sabe que acredita. Só você sabe.
Ainda não está convencido? Então pare e repare bem como as ondas quebram à beira-mar; como trabalha o seu tímpano, suas células, suas sinapses; no olhar de amor de sua mãe quando te vê; na gestação de uma criança; na sua inteligência; na rotina dos dias e noites; na movimentação das pessoas e dos astros; nas fórmulas matemáticas; nas descobertas científicas; nas experiências com o DNA; no fogo ou nos ventos... Repare os seus sentimentos mais profundos. Vai saber que está tentando se enganar.
Se apesar de tudo isso ainda não se convencer, continue.
São infinitas as provas de que Deus, ou qualquer que seja o nome que queira chamar, existe.
Jean Charlles
Estava lendo sobre isso, vendo opiniões, textos, reflexões, demandas e concórdias. Pensando um pouco sobre tudo o que li e o que ouvi minha vida inteira sobre ser ateu, cheguei à conclusão de que o ateísmo não existe.
“Sou ateu, não acredito em nada”.
Isso não existe!
Todos nós temos inerentemente a certeza de algo superior que preparou tudo antes de existirmos. Antes de termos consciência da nossa existência, tudo à nossa volta foi “pensado” e materializado para que fosse possível nossa vida.
Se há algo superior a todos nós, capaz de criar leis perfeitas que regem os átomos e as galáxias, esse algo é considerado Deus.
Eu falo Deus porque é o vocabulário que uso, mas isso realmente não importa. Pode ser Força Superior, Natureza, Energia, Acaso, Nada, Luz, Criador, Universo, Divina Providência, Infinito ou qualquer outro nome existente ou inventado. O que importa é que existe a razão de tudo o que existe.
Agora, existem os que se dizem ateus por não acreditarem em Cristo, na Bíblia, na religião e no deus vulgar criado pelas crendices religiosas populares. Isso é normal, até porque nesse deus estranho pregado pelos religiosos mais tradicionais eu também não acredito. Então, eu também sou ateu.
Graças a Deus!
Graças a Deus eu tenho o raciocínio capaz de pensar o que quiser. Até o impossível, se possível.
Frasezinha fácil de dizer, mas que no fundo esconde um significado mais profundo. Uma revolta ou não aceitação, falta de entendimento das leis universais, incompreensão, solidão, medo do desconhecido ou ingenuidade. Então dizer Sou ateu dá certa sensação de alívio e liberdade de viver sem se responsabilizar por nada que acontece ao seu redor e em sua própria vida.
Ser ateu é uma fuga. Assim como o fanatismo religioso. São extremos do mesmo vazio existencial.
Você pode não acreditar em nada que lhe disseram até hoje ou no formato que lhe ensinaram os padrões, mas você sabe que existe algo muito maior do que você que dá sentido a tudo. É uma força interna que grita por mais que você queira tapar os ouvidos.
É isso aí. Que está bem aí dentro. Esse sentimentozinho que você tenta encobrir com berros de sou ateu. Isso aí é exatamente o que você diz não acreditar. Mas, bem no fundo, você sabe que acredita. Só você sabe.
Ainda não está convencido? Então pare e repare bem como as ondas quebram à beira-mar; como trabalha o seu tímpano, suas células, suas sinapses; no olhar de amor de sua mãe quando te vê; na gestação de uma criança; na sua inteligência; na rotina dos dias e noites; na movimentação das pessoas e dos astros; nas fórmulas matemáticas; nas descobertas científicas; nas experiências com o DNA; no fogo ou nos ventos... Repare os seus sentimentos mais profundos. Vai saber que está tentando se enganar.
Se apesar de tudo isso ainda não se convencer, continue.
São infinitas as provas de que Deus, ou qualquer que seja o nome que queira chamar, existe.
Jean Charlles